A Coreia do Norte lançou um míssil por cima do território do Japão na manhã desta terça-feira, dia 4, informou as autoridades japonesas e confirmada pelas autoridades sul-coreanas.
Como sempre, como é o de se esperar nesses casos, o governo japonês condenou o disparo, afirmando que “as repetidas ações norte-coreanas são um sério desafio para a paz internacional” (bem, o Trump tinha dado uma sossegada no Kim…).
No Twitter, o gabinete do primeiro-ministro Kishida publicou que “se acredita que o míssil tenha caído no Oceano Pacífico por volta das 7h29”. Especula-se que o míssil tenha caído no mar a cerca de 3.000 km da costa japonesa e que pode ser um míssil intercontinental.
O “foguete” japonês
Por outro lado, no campo econômico, o Japão lançou um “foguete” há cerca de 30 anos, que de lá pra cá, a trajetória dele é só subir, subir, subir…
Trata-se da dívida do governo japonês em relação ao PIB, atualmente em 266,20%, como pode ser observado neste gráfico ilustrado:

Após o estouro da bolha econômica japonesa, em 1991, o governo japonês se viu obrigado a estimular a economia japonesa através de políticas fiscais expansionistas, além de o Banco do Japão adotar políticas monetárias, também, expansionistas para manter a economia japonesa funcionando (destacando que a bolha aconteceu por causa das políticas fiscal e monetária expansionista adotadas a partir de 1985).
Dos 4 motores da economia de um país, que contribuem na formação do Produto Interno Bruto (PIB) — gasto público, consumo interno, investimento privado e exportações líquidas — no Japão, o gasto público é o que, de fato, vem crescendo com força nos últimos 30 anos, pós estouro da bolha.
No entanto, esse excesso de endividamento, e elevação em relação ao PIB, compromete a seguridade social de um país que envelhece rapidamente.
Já promove alta de impostos e elevação da taxa de desconto de seguridade social, além da tendência de alta na idade média do pedido de pensão.
Esse é um dos principais motivos que você não pode fica à mercê do governo, acreditando que benefício previdenciário no Japão será o suficiente para lhe proporcionar uma aposentadoria digna e tranquila, após anos de trabalho e contribuição.
Tanto a situação fiscal japonesa, quanto a questão geopolítica regional, envolvendo a Coreia do Norte e o que passa pela cabeça do ditador Kim Jong-un, são preocupantes.
No entanto, a primeira situação não tem, obviamente, o mesmo impacto midiático da segunda, mas pode ser impactada ainda mais pelo aumento de gastos necessários para se precaver às ameaças externas.
E ambas servem para salientar a necessidade de estarmos preparados financeiramente e termos diversificação geográfica nos investimentos.
Mas, para isso, você precisa de construir conhecimento para se preparar financeiramente.
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